O gato avançou em Lina, dando um salto em sua direção, mas ela deu um pulo para o lado e conseguiu se esquivar. Com uma técnica de saque rápido, Rasen passou sua espada em uma das pernas do gato, fazendo assim um corte em sua perna, mas para a surpresa de Rasen, uma linha saiu de dentro do corte e costurou o ferimento. Rasen então percebeu que o gato era de pano, pois um pouco de espuma havia saído no momento do corte.
Rasen deu um pulo para trás, Lina viu o que tinha acontecido. Em cima do gato, Elizabeth começou a rir, e com uma voz infantil disse:
-... Vocês não têm a menor chance, por que não desistem logo e morrem?
Lina, tentando demonstrar coragem e com uma voz firme, disse:
- Vai nessa, acha que somos presas fáceis? Nós nem começamos.
Lina desembainhou sua espada e correu para o meio da floresta.
Elizabeth olhou para a escuridão, onde Lina tinha desaparecido, e com uma expressão de duvida no rosto disse:
- Mas o que? Que raios de discurso foi esse? Bom não importa, ainda tenho um para caçar.
O gato pulou em Rasen, que esquivou para o lado. Rasen correu, pulou e tentou atacar Elizabeth, mas o gato mexeu o rabo e acertou-o no peito, e ele foi jogado contra uma arvore. Rasen caiu no chão sem ar. Após alguns segundos, ele se levanta, e vê Lina do outro lado. Lina está com um cipó: uma ponta está amarrada em uma árvore e outra ponta está em sua mão. Rasen dá a volta por trás do gato, Lina vai a seu encontro e passa a ponta do cipó para Rasen, e diz bem rápido quando se aproximou dele:
- Estique-a e faça o gato cair. O resto você entendera.
Rasen, com o cipó na mão, correu e Lina começou a provocar Elizabeth:
- Hey, pirralha. Vem me pegar, vem!
Elizabeth olhou para Lina e correu em sua direção, do outro lado do jardim, Rasen puxou o cipó e o esticou. O gato tropeçou e caiu, no momento em que ele estava caindo, Lina se abaixou e fincou a espada na cabeça do gato, atravessando-o. Olhando a cena, Elizabeth da um pequeno sorriso e diz:
- Acha que furar a cabeça do meu gatinho vai fazer com que ele pare?
Lina de um pequeno sorriso e disse:
- Não era no gato que eu estava mirando.
Naquele instante, com uma técnica de saque, Rasen pulou e cortou as costas de Elizabeth. Ela soltou um grito sufocado, encostou as mãos nas costas do gato e começou a cuspir sangue. Com a voz fraca disse:
- Como... Posso, morrer assim, logo eu que sou.. Imor...
Elizabeth caiu sobre as costas do gato, quando repentinamente, o gato desapareceu no ar e Elizabeth caiu ao chão.
Lina, olhando para Elizabeth caída no chão, com a voz meio trêmula disse:
- Ela está morta?
Rasen, limpando sua espada, olhou para Lina, e com uma voz séria disse:
- Primeira vez que vê alguém morrendo garota?
- Lina assentiu com a cabeça
- Se isto foi chocante para você, não acho que esta preparada para encarar um campo de batalha.
Lina parou e refletiu por um tempo e se levantou. Ela e Rasen se encaminharam para a porta a da mansão. Rasen tentou abrir a porta, mas ela não abria. Ele deu um chute, mas mesmo assim a porta permanecia intacta. Rasen olhou para Lina, e com uma voz calma e séria, disse:
- Se magia realmente existe, então presumo que esta porta esteja selada. Cabe a eles dois irem atrás das outras bruxas.
Lina concordou com Rasen, então sentou em um dos degraus da escada, e pensou: ”Walker, tome cuidado, magia realmente existe, e eu sei que você não está preparado para matar alguém, mas, por favor... volte vivo.”
Walker e Serpente Marinha entraram pela porta da casa e deram de cara com um grande salão. Havia uma grande escada que se dividia em duas. Walker e Serpente Marinha pararam na frente da escada. Serpente Marinha olhou para Walker, e com a voz séria e firme, disse:
- Vamos nos dividir aqui.
Walker tentou falar, mas Serpente Marinha o interrompeu, e com a voz séria, disse:
- Eu sei o que você está pensando, mas acho que você é totalmente capaz de enfrentar quem quer que você encontre. Afinal de contas, você é um membro da Ordem! Mas lembre-se: quando você encontrar seu inimigo, você terá que matá-lo, pois não há espaço para misericórdia em uma batalha.
E assim Serpente Marinha subiu a escada da direita e Walker seguiu pela da esquerda.
Serpente Marinha parou em um corredor, o corredor era extenso e tinha somente uma porta. Ele se direcionou até ela e entrou. Lá dentro havia uma grande sala, com uma mesa enorme no meio, parecia ser a sala de jantar. No final da mesa estava a mulher mais alta e de cabelos longos e roxos.
Ela olhou para Serpente Marinha e, com uma voz fria, disse:
- Vejo que minha filha deixou você passar. Meu nome é Clarisse Von Lunar de Lamur, e sou a grande mãe desta casa. Você entra em meu lar e perturba minha paz, espero que esteja ao menos preparado para morrer...
Serpente Marinha olhou para ela com um olhar sério, e com uma voz grossa e calma disse:
- Eu cheguei a este mundo pronto para morrer.
A mulher deu um grande sorriso e, com uma voz cortante e fria, disse:
- Que assim seja.
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Kra, essa história tá cada vez + legal, continue postando!
ResponderExcluire tenho uma dúvida... essa história mesmo q criou?
kara, eu, joão vitor que stou criando ela, o willian me ajuda na hora da correção.
ResponderExcluirmeeeu tp gpstando pra caramba! desculpa não comentar mais, mas nem sempre to no blogger! parabéns!!
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