quinta-feira, 30 de junho de 2011

Capitúlo 21 - General Leão Vermelho

   Havia se passado 8 meses desde a batalha próxima a capital de Magdalena. Walker estava sentado a frente  de um tumulo no cemitério da ordem, Walker havia se tornado um general, e agora não tinha mais a obrigação de utilizar o uniforme, mas ele ainda o usava, mas com um pequenos detalhes diferentes,  e atrás, vinha um símbolo tribal de um leão pintado de vermelho e em sua cintura estava a misteriosa espada Scarlet.
 Walker continuava a olhar fixamente pra o tumulo
Vindo por um dos caminhos que existem no cemitério, uma jovem com o uniforme da ordem, cabelos loiros e longos, e olhos verdes como uma folha de orvalho. Ela se aproximou de Walkere e com uma voz um tanto ofegante disse:
- General Leão Vermelho, nos já estamos a partir para próxima missão.
Nestes oito meses Walker não havia cortado seu cabelo, então seu cabelo se parecia com a juba de um leão, e por isso ele havia recebido esse codinome dos outros generais, Pois todos os generais da ordem não são por seus nomes, para que de certa forma seja mantido um tipo de sigilo.
 Leão vermelho se levantou, e foi em direção a saída do cemitério, e quando passou pela garota, com uma voz seria e forte disse:
- Vamos, Tenente Aline.
Ambos se dirigirão em direção do 7º batalhão, após a morte de fênix e de inúmeros membros do 7 batalhão, Walker foi designado para ser o general de lá, e quase todos os novatos da ordem eram mandados para o 7º batalhão, pois eles estavam em falta. Aline já fazia parte da ordem, mas estava em uma missão separada na época da batalha, por ser uma das poucas restantes, ela foi posta como tenente do 7º batalhão.
  Leão vermelho entrou em sua sala e sentou em usa cadeira, Pegou uns papeis em cima da mesa, deu uma olhada neles, e com uma voz seria e forte perguntou:
- então, onde eles estão?
Aline um pouco desajeitada e com uma voz doce disse:
- eles já devem estar chegando, Raimond já foi busca-los.
  Um homen alto forte, moreno, de olhos escuros, cabelos cortados no estilo do exercito, e uma barba no rosto, entrou na sala de Leão vermelho, e foi se apresentando:
- Tenente Raimond, se apresentando, trouxe comigo os dois novatos que irão participar da missão.
Entraram na sala dois jovens com o uniforme da ordem.
 O mais baixinho foi se apresentado primeiro, ele tinha o cabelo curto, castanho e os olhos amarelos que representavam uma grande pureza, e com uma vos simples calma ele disse:
- Alex Marin, se apresentando senhor.
E logo em seguida o outro, ele tinha os cabelos negros como carvão, e espetados, os olhos eram de um profundo negro, e ele tinha em si um ar de rebeldia, o completo oposto de seu parceiro, e com uma voz um tanto desrespeitosa ele disse:
- Rick Falleye, se apresentando.
Rick olhou para Leão vermelho e com a voz alta e escandalosa disse:
- O que? Esse é o tal general do batalhão 7?, Ele é só um moleque, e capaz até de ser mais novo que eu.
Derrepente se vê um vulto passar pela sala, Rick cai no chão, Leão vermelho esta em cima dele e com Scarlet em seu pescoço, e com um a voz fria e seria disse:
- pois então, posso até ser mais novo que você, mas ainda sim sou seu general, então trate de ter mais respeito.
 Leão vermelho se levantou e um voz feminina, fria e sensual foi ouvida na sala:
- ai, ai, por que você não matou ele? Tem um tempão que eu não sou banhada em sangue.
Alex em um susto disse:
- mas o que? De onde veio essa voz?
Scarlet assumiu sua forma humana e ficou ao lado de Walker, e com um grande sorriso sarcarstico no rosto disse:
- ora,ora, fui eu, criançinha?, Quer ser cortado em pedaços? Posso fazer isso facilmente.
Leão vermelho olhou para Scarlet e com uma voz seria disse:
- Pare Scarlet, e volte a sua forma de espada, nos temos que partir logo.
Scarlet olhou para Leão vermelho, deu língua para ele e disse:
- Chato.
E assim voltou a sua forma de espada, na bainha de dono.
  Leão vermelho, olhou para todos eles e com uma voz seria disse:
- vamos, no trem eu explico o que iremos fazer.








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quinta-feira, 23 de junho de 2011

Galeria

bom depois de muito tempo, aqui esta a galeria, espero que gostem, e so pra avisar, não fui eu que fiz os desenhos, foi o Brio, que se tornou o desenhista oficial, do site.

                                                               Walker
Lina

Faustos

Serpente Marinha

Elizabeth

Clarisse

Antonietta

Fenix Alada

Salamandra Veloz

Morte

Marcos

Scarlet

Walker - General Leão Vermelho


quarta-feira, 15 de junho de 2011

Capítulo 20 - Um céu avermelhado

Walker deixou Lina quieta, para que pudesse descansar em paz, e saiu em direção ao campo de batalha, e assim como morte, todos que se aproximavam de Walker eram cortados, Walker estava agindo por puro reflexo, foi eliminando um a um que ficasse em seu caminho, seguindo no meio do campo em direção a base central.
 Após algums segundos, Walker avista uma grande cabana no centro da floresta, ela esta cercada de soldados da Rosa negra, todos o atacam ao mesmo tempo, e Walker os corta sem piedade, seus olhos já não tem mais aquele brilho avermelhado que tinha antes, agora e somente um vermelho opaco, e sem vida.
  Walker entra na grande cabana; há uma grande mesa no centro, com quatro homens sentados nelas, eles olham espantados para O homem que acabara de entrar em sua base de comando, três dos homens se levantam e atacam Walker, e facilmente são cortados, O quarto homem era um tanto peculiar, ele era alto, moreno, tinha os olhos e os cabelos roxos, e ele usava um uniforme diferente dos outros, como o de um líder, o uniforme era branco, com pequenos detalhes vermelhos, e uma rosa negra em cima do coração ,ele deu um curto sorriso, e com uma voz calma e um tanto zombeteira, disse:
- ora, ora, mas, a quem devo a honra? Para ter chegado aqui tão facilmente, deve ser um dos generais certo?
Walker levantou o rosto, e com um tom de voz um pouco macabro disse:
- humph, não sou um general, mas pressuponho que pelo seu ar de superioridade, você seja o líder da Rosa negra.
O homem solta uma expressão de surpresa, e com o mesmo tom de voz responde:
-Bem, e claro que eu estaria lisonjeado de ser o líder da Rosa negra, mas eu sou apenas um general. General Marcos di Valle.
Walker da e ombros que com um ar de ignorância diz:
- e um posto alto suficiente, quero que me responda, Quem e o homem ,que não usa o uniforme da rosa negra e que usa uma roupa negra, e segura uma enorme foice.
Marcos pensa um pouco e com um tom calmo diz:
-Ah... esse deve ser Morte, um cara um tanto estranho.
Walker com uma voz firme e seria pergunta:
- Onde ele esta????
Com um olhar zombeteiro Marcos diz:
- bom, na verdade eu não sei, Morte não tem um posto dentro da Rosa negra, ele simplesmente pertence a ela, e aparece quando quer, e some quando quer...
Walker olha com certo desprezo para Marcos.
Marcos faz uma expressão de fúria e diz:
-mas que cara e essa? Quem pensa que é? Para me olhar assim?Não sei como chegou até aqui, mas tenho certeza de que não vai voltar.
Marcos Poe a mão na bainha de sua espada; Do outro lado da sala, Walker lança sua espada na direção de Marcos a fazendo atravessar sua cabeça, e fincando no encosto da cadeira e a derrubando.
 Walker virou-se de costas e andou na direção da porta, quando uma voz feminina, cortante e sensual disse:
- hei, vai me deixar aqui?
Walker virou-se rapidamente, e quando olhou para trás havia uma mulher sentada em cima da mesa, Ela usava um vestido de duquesa todo rasgado, e vermelho, sua pele era pálida como a neve, seus cabelos e seus olhos eram vermelhos como sangue, ela tinha uma pequena tiara branca em seu cabelo.Suas mãos estavam todas manchadas de sangue, ela deu um pequeno sorriso e com uma voz calma e serena disse:
- e então?, vai me deixar aqui sozinha? Logo quando você finalmente me acordou?
Walker olha para ela e pergunta:
-Quem raios e você?
Ela se levanta e com uma voz serena e sensual e ao mesmo tempo mortal, diz:
- Eu? Eu sou Scarlet.
Walker olha para a mulher em sua frente e pergunta:
- e quem seria você Scarlet?
Ela solta um pequeno sorriso e com uma voz calma responde:
- oras, como não sabe quem eu sou? Estive com você o tempo todo?, não vai me dizer que já esqueceu de toda a matança e de todo aquele sangue?
Walker cada vez mas confuso faz uma expressão de duvida, Scarlet da um grande sorriso e diz:
- sou sua espada.
E assim Scarlet desaparece e a katana volta para mão de Walker.
 Naquele instante Serpente marinha e Salamandra veloz chegam a cabana.
Serpente marinha espantado olha para mão de Walker e vê a Katana que ele segurava, e um tanto surpreso diz:
- mas, o que ouve por aqui?, Walker, isso em sua mão, é uma espada? Uma das sagradas?
Salamandra veloz intervém e diz:
-creio que ele não saiba do que você esta falando, mas creio que aquela e realmente uma das espadas sagradas.
Walker olha para os dois, e Serpente marinha um tanto espantado com o estado de Walker diz:
- Garoto, vejo que passou por muitas coisas...mas você acabou ficando... diferente...
Salamandra com um certo tom alegre diz:
- bom, não importa, mas vejo que ele acabou com o líder de nossos inimigos, e vejo que ele tem uma espada sagrada, e bom, com a morte de  Fênix, o que acha? Ele já tem 90% do caminho andado.
Walker olha para Salamandra e pergunta:
- o que quer dizer?
Salamandra responde:
- bom, para se tornar um general. O que me diz? Aceita?
Quase como imediatamente Walker diz:
- Sim.
E assim, Walker segue em direção a saída da tenda, mas Serpente marinha Poe a mão em seu ombro e com uma voz seria diz:
- garoto, eu não sei pelo que você passou, e muito menos sei o que você esta pensado, mas tome cuidado com a estrada que você esta prestes a tomar, não falo sobre se tornar um general, isso e obvio ótimo para você, mas, não vá tomar decisões muito precipitadas.
Sem olhar para trás e com um tom serio Walker diz:
- Eu sei a estrada que estou prestes a tomar, e acredite, eu irei até o seu fim. Por isso, não precisa se preucupar.




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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Capítulo 19 - Em minhas Mãos.

Walker e Lina estavam no meio da tropa de Serpente Marinha, eles marchavam em direção ao acampamento da Rosa negra, não era La uma tática muito boa, atacar de frente, mas no momento não se podiam dar o luxo de pensar em algo muito elaborado, tinham que ser rápidos.
 Serpente marinha que liderava as tropas ficou surpreso ao ver a tropa da rosa negra vindo em sua direção, ele não imaginava que aquilo fosse acontecer.
 Ele parou, olhou para trás e com uma voz forte e brava gritou:
- preparem-se homens, lutem pela ordem. E saiam daqui vivos!!!
Após gritar essas palavras, a multidão de soldados, ficou animada, todos ficaram em posição, e então os soldados da rosa começaram a vir mais e mais rápido, Serpente marinha desembainhou sua espada, e com um corte derrubou cinco soldados que vinham em sua direção, seus homens estavam confiantes, e assim, todos começaram a lutar.
 Walker e Lina desembainharam suas espadas e foram adiante, todos que eles viam com uniforme da Rosa negra, eles atacavam, Lina não se saia muito bem, ela defendia boa parte dos golpes, e afastava os oponentes de si, mas sempre se mantendo próxima a Walker. Já Walker atacava todos que via, tentando nunca acertar em uma área vital, sempre almejando as pernas ou os braços, em tentativas de imobilizar seus oponentes, pois ele não queria matar novamente, e assim se foi por uma meia hora, Ambos estavam cansados, e com algums arranhões sobre o corpo, mas sempre se mantendo um perto do outro, chega uma hora em que Walker meio ofegante, e com uma voz um tanto fraca diz:
- hei Lina, esta tudo bem contigo?
Lina empurrou um oponente para trás e com uma voz bufante disse:
- sim, mas... isso não acaba nunca, não sei mais por quanto tempo irei agüentar.
Walker parou  por um momento, olhou ao seu redor e pensou:
-“ mas que raios e isso, essa visão, este lugar e horrível, argh... mas que droga..., realmente, também não sei por mais quanto tempo ainda irei agüentar...”
Quando Walker se deu em si, ele olhou ao seu redor, Lina não estava mais com ele, ele ficou distraído em seus pensamentos, que esqueceu dela, ele continuou a olhar para todos os lados, seu coração começou a bater mais forte, e então ele começou a gritar com uma voz forte:
- Hei! Lina onde esta você, Linaaa.
   Não pouco distante dali, uma figura em voltada em panos negros manchados de sangue, e com uma enorme foice negra em suas costas começa a se aproximar do local onde esta ocorrendo a batalha, ele para olha para a confusão que esta a aconter, e um enorme sorriso surge em seu rosto,ele da uma enorme gargalhada, e com uma voz cortante e insana diz:
- Haaa! A festa já começou por aqui, e nem me chamaram, acho que devo entrar de penetra então.
Hahahahaha!
Morte segue em direção a batalha, segura sua foice em posição de batalha. Os soldados da ordem nem esperavam por isso, um vulto negro aparecera por trás deles e antes que percebessem já estavam mortos.
Morte continuou andando pelo campo de batalha matando quem ele visse em sua frente, tanto da ordem, como da rosa negra. Morte olha para um certo individuo no campo, E com uma voz cortante diz:
-não, não, não, não pode ficar sozinho, tem que se divertir também.
 Walker ainda estava desesperado procurando por Lina, ele não a via em lugar algum, derrepente quando olhou para o lado, viu uma figura escura indo em sua direção, essa figura começou a sorrir, levantou sua foice e deu uma grande gargalhada, e então desceu sua foice na direção de Walker.
 Walker não sabia o que fazer, ele foi pego de surpresa, estava paralisado, quando a foice começou a descer em sua direção, Walker vê um vulto pulando em sua direção, e sendo acertado em seu lugar, e derrubando-o. Morte olhou para aquela cena e com uma voz insana disse:
-hahaha, dois coelhos com uma cajadada só.
E assim, Morte continuou andando, pelo campo, cortando quem ele via em seu caminho.
 Walker levanta a pessoa que entrou em sua frente, quando ele olha para o rosto da pessoa, ele entra em desespero. Uma expressão de sofrimento e dor substitua a doce e calorosa expressão que Lina mantinha em seu rosto por todos os dias, Walker desesperado, segurou Lina em seu colo, olhou para seu rosto e desesperadamente começou a chamá-la:
- Lina... Lina.... Lina...
Lina abre um pouco seus olhos e da um pequeno sorriso, e com uma voz muito fraca diz:
-hey..., você esta bem.... que bom...
Ainda desesperado, Walker insiste:
- Lina, por favor... não... Lina...
Com Lina em seu colo, Walker começa a andar para fora do campo de batalha, nada mais existia para ele, somente o caminho a sua frente, e Lina em seus braços, e assim, Walker seguiu andando.
 Após algums minutos Walker chega ao pequeno local onde ele havia conversado com Lina, ele fica de joelhos e bota Lina em seu colo. Lagrimas começam a escorrer de seus olhos. Lina abre os olhos, com muita dificuldade, levanta seu braço, e encosta sua mão no rosto de Walker. E com uma voz doce e calorosa ela diz:
- hei...não chora...você não deve chorar...homens não podem chorar...
Walker segura a mão de Lina sua mão esta cheia de sangue mas mesmo assim ela a segura, e com uma voz fraca e triste diz:
-Desculpa... eu prometi a você, mas... eu falhei..., por favor Lina, não... por favor, não vá....
Lina da um sorriso e diz:
-bobinho... você fez.. o que... pode... não, se preocupe com isso...
E assim a mão de Lina cai sobre a grama manchada de sangue.
Walker começou a chorar, abraçou Lina...
Olhou para cima, o céu estava avermelhado, o dia estava acabando, assim, como a vida de Lina.
   Deitada na grama com um sorriso no rosto.
Walker devagar, vai deitando Lina. Walker olhou para suas mãos, elas estavam banhadas com o sangue de Lina. Uma fúria começou a preencher seu coração, um calor, começou a surgir. A única coisa que tinha em sua cabeça, era a imagem do homem macabro vestido de preto.
Quando dentro de sua cabeça, Walker escuta uma voz feminina, tinha um tom sinistro e provocante e ela disse:
-vamos... me tire daqui.
Walker não entendia nada do que estava acontecendo,  em um momento de fúria começou a sentir sua mão a queimar, e do sangue em suas mãos surgiu uma lamina vermelha como o sangue que a prendia. Surpreso Walker segurou a espada, ela era do estilo japonesa, era uma Katana de lamina vermelha, cabo vermelho com pequenos enfeites dourados, mas Walker não reparou em nada disso. Pois naquele momento só enxergava uma coisa.




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terça-feira, 7 de junho de 2011

Capítulo 18 - A Morte

A figura misteriosa que se auto-intitulava Morte, estava parada com um enorme sorriso estampado no rosto.

Fênix ajeitou os óculos e, com uma voz séria, disse:

- Morte? Nunca pensei que fosse me encontrar com alguém do seu nível por aqui.

Morte sorriu e, com uma voz cortante, disse:

- Ora, ora. Mas se não encontrei vidas significantes em meu caminho, acho que devo eliminá-las.

Fênix puxou as espadas das costas, suas lâminas eram detalhadas com penas e de cor laranja dourado brilhante. Morte olhou para ele e, em um tom sarcástico, disse:

- Uuuuuu, como brilha! Terei o maior prazer em quebrá-las.

Fênix olhou para frente e viu o batalhão de Morte se aproximando. Ambos os batalhões tinham o mesmo tanto de soldados, então seria uma luta balanceada, mas, boa parte da luta seria decidida pela luta dos generais.

Morte moveu a foice para posição de batalha e, com um movimento rápido investiu contra Fênix, que bloqueou o golpe com uma das espadas, e tentou acertar o inimigo com a espada que estava sobrando, mas Morte deu um salto para trás e esquivou do ataque. Morte deu um pequeno sorriso e, ao mesmo tempo, as tropas de ambos os generais começaram a batalhar.

Morte deu um salto para o alto e, desceu com um corte reto. Fênix pulou para do lado e tentou cortar em meia lua com sua espada, mas o inimigo bloqueou o golpe com o cabo da foice. Ao mesmo tempo, ele girou a foice e atacou na direção de Fênix, que conseguiu se esquivar, mas a ponta da foice de Morte acertou seu braço, causando-lhe um pequeno arranhão. O general recuou, Morte sorriu e, com uma voz um tanto sombria, disse:

- Começou, hahahaha.

Fênix apertou os olhos, não entendera o que Morte queria dizer e, de repente, começou uma dor enorme no local onde ele havia sido atingido. Por impulso, ele soltou uma das espadas e pôs a mão por cima do machucado, numa tentativa de amenizar a dor, enquanto isso, Morte ria insanamente.

Fênix tentou manter-se em foco. Morte olhou para ele e, com a voz sarcástica, disse:

- Está doendo? Bom, este é o veneno de minha foice. Um simples arranhão e uma dor extrema será sentida. Imagine, então, se eu lhe cortar ou furar com ela? Você irá morrer de dor.

Fênix sorriu e, com a voz um tanto forçada por causa da dor, disse:

- Então só não preciso ser atingido, certo?

Morte sorriu e disse:

- Se você conseguir, é claro.

Fênix pegou a espada que estava no chão e avançou contra Morte, que pulou e caiu atrás dele e tentou cortá-lo ao meio. Fênix se abaixou e tentou dar uma rasteira, mas com o cabo da foice o inimigo parou sua perna e desceu a lâmina em seu ombro. Fênix gritou em agonia e Morte começou a rir insanamente, quando Fênix, com um movimento rápido, atacou. Ele movimentou uma das espadas e atingiu a barriga de Morte, mas o corte não penetrou, pegou de lado. O local onde a lâmina estava presa começou a sair uma fumaça, e a pele de Morte começou a queimar. Ele agonizou e acertou o estômago de Fênix, que cambaleou e caiu. Ele olhou o corpo do general no chão e disse:

- Fracote.

E saiu andando, quando escuta a voz fraca e brava de Fênix:

- Não pense que acabou comigo.

Fênix se levantou com muita dificuldade e, com uma investida rápida, tentou perfurar Morte com uma das espadas. Morte bloqueou o golpe e Fênix tentou investir pela esquerda, acertando o braço do inimigo, causando o mesmo efeito. Morte gritou de dor, olhou para o ferimento no braço e disse:

- Mas que droga é essa?

Quando Fênix tentou investir mais uma vez, Morte bloqueou ambas as espadas e, com o cabo, empurrou o atacante para trás. Ele levantou sua foice e, com um movimento rápido, passou-a pelo pescoço de Fênix, decepando-o.

Morte se afastou, pôs a mão em seu ferimento e tentou amenizar a dor. Olhou para o corpo de Fênix e começou a rir insanamente.

Alguns dos soldados de Fênix, que assistiram a cena, atacaram Morte descuidadamente, e ele, com leves movimentos de sua foice, acaba com todos, um por um. Morte foi andando e rindo insanamente pelo campo, e foi cortando, cada soldado da Ordem que ele reconhecia, até matou alguns soldados da Rosa Negra. Finalmente ele parou, olhou para cima, lambe um pouco do sangue que tinha em seu rosto e disse para si mesmo:

- Aqui ficou chato... Acho que irei para brincadeira que está ocorrendo lá do outro lado.

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sexta-feira, 27 de maio de 2011

Mapa


Aqui segue o mapa
sei que ficou ruim (Paint power)
mas fiz de imrpoviso. xD

Capítulo 17 - O céu sobe nossas cabeças

Após cinco horas de viagem, vários trens chegam à capital Magdalena. Pessoas saem aos poucos, tentando não serem percebidas. Todos os membros da Ordem seguiam para a mesma direção, tentando se misturar à população da capital.

O acampamento da Rosa Negra se localiza ao sul, a 75 km de distância da capital, distância suficiente para que as pessoas da cidade não notassem sua existência. A Ordem sabia disso e, aos poucos, se moveram para sudeste de Magdanela, tentando não chamar atenção. Montaram um acampamento no meio da floresta, 60 km de distância do acampamento da Rosa Negra, as cabanas ficavam um tanto afastadas umas das outras, cobrindo uma grande área, e ao centro ficava uma grande cabana, onde estavam os três generais, os quais planejavam futuras estratégias. Pequenos grupos de quatro pessoas se alojavam nas extremidades, mantendo vigilância.

Walker e Lina receberam ordens de levar suprimentos para um desses grupos. Após entregarem o devido suprimento, eles seguem seu caminho de volta, e um pouco distante, Lina avista uma pequena área onde não há árvores, um local vazio com somente grama no chão, cercada por um grande número de árvores. Ela olha para Walker e, com uma voz calorosa e gentil, diz para ele:

- Ei, Walker, vamos descansar um pouco ali, parece ser um bom lugar.

Assim, ambos chegam naquele pequeno e pacifico local e sentam-se sobre o gramado. Lina olha para o límpido céu azul, e com uma voz calma logo foi dizendo:

- Logo entraremos em combate com a Rosa Negra, nem sei se vou voltar.

Ela olha para Walker e, com uma voz seria, continua falando – Walker, tenho que contar-lhe uma coisa.

Walker, um tanto surpreso, se mantém calado, e continua ouvindo Lina.

- Não sou exatamente a pessoa que você pensa que eu sou. Meu nome é mesmo Lina, mas não sou a menina sorridente e feliz que você conheceu. Na verdade, carrego um grande ódio dentro de mim e....

Antes que Lina pudesse falar algo a mais, Walker a interrompe e, com uma voz séria, disse:

- Não me importa se você não é a Lina que eu conheci, só me importa que você seja a Lina que eu conheço e, que está neste momento ao meu lado, se você mudar, tudo bem, irei aceitá-la de todas as formas que você desejar ser, pois todos nós usamos máscaras, porque nenhum de nós sabe como realmente somos. Em diferentes ocasiões, agimos de formas diferentes e o que realmente importa, para mim, é quem é você neste momento.

Lina, um tanto perplexa, deixa escapar um pequeno sorriso no canto do rosto e, com uma voz calma e um tanto triste, diz:

- Você realmente tem um bom coração. É capaz de ver o mundo e aceita-lo da forma como ele realmente é, sem se importar com as conseqüências. Lembra de quando eu lhe disse sobre meu irmão? – Walker balançou a cabeça, confirmando – bom, ele não era exatamente meu irmão, nós vivíamos em um orfanato. Nós dois já éramos muito velhos para sermos adotados, e ninguém iria querer nos adotar. Quando a Ordem apareceu, ele nem pensou, e logo aceitou a proposta, e então... Ele morreu. Eu aceitei participar da Ordem, com a esperança de que eu pudesse morrer logo, me encontrar com ele e lhe dar uns bons tapas, pois ele não me ouviu quando eu disse para ele para não aceitar o convite. Sabe, nós tínhamos prometido que iríamos nos casar e formaríamos a família que não tivemos a chance de ter. Mas o desgraçado jogou tudo para o alto e entrou nessa maldita Ordem, me abandonou como se eu não tivesse sequer existido.

Walker olhou para o céu, naquele instante ele estava sem palavras. Lina pôs a mão em seu peito, lágrimas escorriam de seus olhos e, com uma voz um tanto fraca e com pequenos soluços, disse:

- Mas você, desde que eu o conheci, de alguma forma, eu senti que uma chama se acendeu em mim. Você me fez pensar que eu ainda tinha uma chance, mas... Eu não sei mais o que pensar...

Em um movimento inesperado, Walker abraçou Lina e, com uma voz firme e determinada, disse:

- Lina... Acredite, sei que sua chama de vida pode ser pequena e se houver uma pequena chance de que eu possa transformá-la em uma grande fogueira, acredite, eu não irei parar. Farei com que sua vida tenha um significado, pois, quando eu entrei na Ordem, abandonei meu passado e passei somente a olhar para o que vinha adiante, e não importa quanto tempo leve, sei que um dia você também olhará somente para o futuro e deixará seu rancor, seu ódio e suas angústias de lado, pois você irá superá-las, e quando este dia chegar, eu estarei ao seu lado, te protegendo e te apoiando.

E com uma voz um tanto fraca e bem baixinho, Lina disse:

- Obrigada, Walker...

Alguns momentos depois, Walker e Lina estavam de volta ao acampamento central, onde boa parte das pessoas já se preparava para ir ao combate. Rapidamente, os dois foram se preparar e buscar ordens. Eles iriam partir junto com o resto dos membros do 17º batalhão. O plano era atacar o acampamento da Rosa Negra de frente, enquanto Fênix e seus homens iriam para o sul e tentariam um ataque por baixo. Salamandra e seus homens iriam ficar na retaguarda, para depois atacarem com tudo, servindo como um impulso de ataque*¹.

E assim, todas as tropas se posicionam e partem.

A Tropa de Fênix segue marchando para o sul. Após algumas horas de caminhada, Fênix, que está puxando seus homens pela frente, avista algo diferente do comum: uma mancha negra ia de encontro a ele, e quanto mais se aproximava, mais eles percebiam o que eram. Eram soldados da Rosa Negra.

Fênix apertou os punhos e, com uma voz firme, disse para si mesmo:

- Droga, sabia que esta estratégia era muito simples. Só não contava que eles sabiam que nos estávamos aqui.

Antes da tropa inimiga se aproximar, um vulto negro aparece a alguns passos, na frente de Fênix. Conforme os segundos vão passando, as sombras desaparecem e, por debaixo delas, Fênix começa ver uma forma humana. Era um homem alto e muito magro, envolto em roupas negras, com os cabelos mais negros que a própria sombra, longos até as costas, uma pele branca como giz, olhos de pura escuridão e um sorriso doentio em seu rosto. Ele carrega uma enorme foice em suas costas, lâmina negra como a noite. O homem enigmático aumenta ainda mais seu sorriso e, com uma voz insana e provocante, diz:

- Olá, prazer. Eu sou a Morte.

*- a imagem será futuramente postada.